Quem pode doar leito humano?
Algumas quando estão amamentando produzem um volume de leite além da conta, o que possibilita que sejam doadoras.
A doadora além de apresentar excesso de leite, deve ser saudável, não usar medicamentos que impeçam a doação e se dispor a doar o excedente.
Como doar?
Se você quer doar seu leite e reside em Maricá RJ, entre em contato com os profissionais de saúde da Sala de Amamentação no Posto de Saúde Central- R. Clímaco Pereira, 375- Centro- Tel: (21) 2634-1590.
Como guardar o leite retirado para doação?
O frasco com o leite retirado deve ser armazenado no congelador ou no freezer.
Na próxima vez que for retirar o leite, utilize outro recipiente esterilizado e ao terminar acrescente este leite no frasco que já está congelado.
O leite pode ficar congelado por 15 dias.
A equipe nos informou que até o momento só 5 mães doam leite para Maricá! Atenção mamães se vocês têm leite de sobra vamos ajudar!
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Não jogue fora. Eles podem salvar vidas!
Doe frascos de vidro de maionese ou de café solúvel (com tampas plásticas).
Entregue sua doação em uma Unidade de Saúde ou diretamente na Sala de Amamentação no Posto Central ( endereço acima).
Informações Programa de Atenção Integral da Mulher, Criança e Adolescentes da Prefeitura de Maricá
quinta-feira, 24 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
Posto da Família em Itaipuaçu está em petição de miséria
O PSF da Rua 53 em Itaipuaçu está em petição de misérias! Nesta semana, a conselheira de Itaipuaçu Nina Sieczko, levou a nossa equipe de reportagem para mostrar, há tantas andam o posto.
Isso que vimos é caso para o Ministério Público!
A cadeira do dentista como podem ver, está coberta de água, baldes espalhados para conter a água, tábuas tapando o buraco do ar condicionado, e tantas outras coisas, que as fotos falam si.
Encontramos com um morador, que nos relatou que viu quando a prefeitura chegou com seis telhas usadas para tentar conter o vazamento!
Segundo alguns pacientes que elogiaram muito os funcionários, pois os mesmos estão sempre nos seus postos, mas infelizmente muitas das vezes não têm condições de trabalhar.
Isso é uma vergonha! Uma humilhação com o povo!
Abaixo as fotos e o vídeo de uma moradora que gravou da TV a matéria escandalosa do mesmo Posto!
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| Essa é a cadeira do dentista |
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| A conselheira Nina Sieczko |
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| Por todo prédio a infiltração é presente |
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| Salas inundadas |
Fotos: Marcelo Alecrim
O vídeo irei incorporar em outra matéria.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Com menos de 60 dias "Rua 1" em Itaipuaçu- Maricá o "arsfalso" começa aparecer
Com menos de 60 dias de sua inauguração a Rua Um em Itaipuaçu Maricá, já tem seu 1º buraco!
O que é de se estranhar, pois no site da prefeitura de Maricá eles são bem claros e dizem que, como a rua passa tráfego pesado a camada de asfalto, que se mistura borracha, tem uma camada de 20cm de concreto sob a massa asfáltica, onde vocês podem conferir no link: http://www.marica.rj.gov.br/?s=noticia&n=1597
E como é que em menos de dois meses já tem um buraco? Tudo bem, antes era em sua extensão, mas como diz no site é um piso para 40 anos, mas não temos um ano e já começaram aparecer, logicamente precisa-se de uma manutenção, mas o "arsfalso" está claro que não é de qualidade. "Arsfalso" porque "asfalso" o atual prefeito chamava o asfalto, em seu jornais que só sabiam "meter o pau" nos que estavam prefeitos.
Quero que fique bem claro, que nós não somos a oposição, estamos aqui para mostrar o que vemos, e por aqui mostramos a nossa opinião, e não colocamos mais nenhuma matéria da prefeitura, pois a mesma de um dia para o outro, parou de enviar seus releases, que eram selecionados os de maior valor para os munícipes de Maricá.
Mas, voltando ao assunto dos buracos, ficamos indignados ao ver o 1º buraco em pouco tempo do fim da obra naquela rua.
Vejam as fotos abaixo:
Ah! E lembrando que não é Photoshop não....
Fotos: Marcelo H. Alecrim
O que é de se estranhar, pois no site da prefeitura de Maricá eles são bem claros e dizem que, como a rua passa tráfego pesado a camada de asfalto, que se mistura borracha, tem uma camada de 20cm de concreto sob a massa asfáltica, onde vocês podem conferir no link: http://www.marica.rj.gov.br/?s=noticia&n=1597
E como é que em menos de dois meses já tem um buraco? Tudo bem, antes era em sua extensão, mas como diz no site é um piso para 40 anos, mas não temos um ano e já começaram aparecer, logicamente precisa-se de uma manutenção, mas o "arsfalso" está claro que não é de qualidade. "Arsfalso" porque "asfalso" o atual prefeito chamava o asfalto, em seu jornais que só sabiam "meter o pau" nos que estavam prefeitos.
Quero que fique bem claro, que nós não somos a oposição, estamos aqui para mostrar o que vemos, e por aqui mostramos a nossa opinião, e não colocamos mais nenhuma matéria da prefeitura, pois a mesma de um dia para o outro, parou de enviar seus releases, que eram selecionados os de maior valor para os munícipes de Maricá.
Mas, voltando ao assunto dos buracos, ficamos indignados ao ver o 1º buraco em pouco tempo do fim da obra naquela rua.
Vejam as fotos abaixo:
Ah! E lembrando que não é Photoshop não....
Fotos: Marcelo H. Alecrim
domingo, 6 de maio de 2012
Uma CPI para investigar a farra entre o público e o privado
Daniel Pereira, Otávio Cabral e Rodrigo Rangel (jornalistas da Revista Veja)
A CPI para investigar as relações do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlos Cachoeira, com políticos e empresas que têm contratos com a administração pública saiu do papel em alta velocidade. A gravidade dos fatos levantados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público — o pagamento de propina a autoridades, a troca de favores entre a máfia do jogo e parlamentares e a assinatura de contratos públicos azeitados à base de tráfico de influência — produziu um fato raríssimo: a instalação da CPI contou com o apoio de governistas e oposicionistas. O Congresso deu mostras de disposição para fiscalizar a aplicação dos recursos públicos, uma de suas mais nobres missões. Se nasceu sem dores, a CPI começou a caminhar com dificuldades. Aprovado na quarta-feira passada, o plano de trabalho da comissão apenas tangencia o epicentro das irregularidades apontadas pelos policiais federais e pelos procuradores. A CPI decidiu ouvir os coadjuvantes das malfeitorias, mas, por enquanto, vacila em chamar para depor deputados e governadores suspeitos de manter relações promíscuas com Cachoeira e a empreiteira Delta, um colosso da construção civil com obras contratadas por governos do PT, do PSDB e do PMDB.
A desenvoltura multipartidária da Delta explica o começo claudicante da CPI que nasceu com o potencial de fazer uma faxina pública como não se via desde que o escândalo do mensalão foi destrinchado, em 2005, com o indiciamento de cerca de uma centena de pessoas. O deputado petista Odair Cunha, relator da CPI, tentou limitar geograficamente as investigações sobre a Delta e suas obras no Centro-Oeste. O ex-diretor da empreiteira para aquela região, Cláudio Abreu, está preso. O plenário da comissão, no entanto, arrancou do relator a promessa de investigar a atuação da Delta em todo o território nacional. Está pronto para votação o requerimento de convocação do dono da Delta, Fernando Cavendish, e de diretores regionais da empresa.
"A base governista foi derrotada. Vamos investigar os aditivos nos contratos da Delta com o Dnit, principalmente aqueles assinados em períodos eleitorais", avisa o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Quando isso será feito — e se realmente será feito, devido às ligações também multipartidárias de Cavendish — ainda não está definido. A comissão ouvirá neste mês os depoimentos de delegados e procuradores envolvidos na investigação, seguidos de Cachoeira e seus comparsas presos. O único político com depoimento marcado é o senador goiano Demóstenes Torres, o, por enquanto, mais notório membro do esquema de Cachoeira. O Senado abriu um processo por quebra de decoro contra ele, que pode comparecer à comissão já na condição de parlamentar cassado (leia a reportagem aqui). Ou seja: tem-se definida apenas a primeira fase da investigação, que tratará de temas e personagens cujos feitos e malfeitos são de conhecimento público. Nada além disso. Segundo o presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), a segunda fase aumentará a temperatura dos trabalhos. Nela, será travada a "grande batalha" pela convocação das autoridades de maior calibre. "O vazamento das informações impede a costura de acordões para abafar a investigação ou poupar autoridades", diz Vital.
Além de Fernando Cavendish, os governadores Sérgio Cabral (PMDB-RJ), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Agnelo Queiroz (PT-DF) e pelo menos cinco deputados federais ainda não foram convocados para prestar esclarecimentos. Sobre muitos deles há uma fartura de indícios de envolvimento com o esquema. Por enquanto, a CPI vai se concentrar no que já foi revelado. Mas não há garantia de que o universo da apuração fique restrito. O plano de trabalho de Odair Cunha deixa brechas para investir sobre qualquer tema: políticos, procuradores, empreiteiras e até a imprensa. Não está fechada, portanto, a porta aberta pelo PT para desqualificar o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, defensor da condenação dos mensaleiros no Supremo Tribunal Federal, e a parte da imprensa que, segundo o ex-presidente Lula, ajudou a montar a "farsa do mensalão". "Todas as pessoas que foram corrompidas ou cooptadas pela organização criminosa têm de ser investigadas. Não haverá blindagem nem proteção a quem quer que seja", disse Odair.
Veja o infográfico da revista VEJA:http://veja.abril.com.br/090512/imagens/justica6-g.jpg
Hoje, há pelo menos duas ofensivas em marcha para pôr cabresto na CPI. A presidente Dilma Rousseff não quer que a comissão seja usada com os fins estritamente políticos planejados pela falconaria petista. Ela tem dito que teme que a comissão domine a agenda política, paralise o Congresso e prejudique ações do governo. Além disso, afirma não ter receio de que as investigações atinjam seu governo e lembra que, se atingirem, não se furtará a demitir os envolvidos com culpa provada — aliás, como vem agindo desde o início do mandato, o que é um dos motivos de sua expressiva aprovação popular.
A Delta tem contratos com governos de todas as cores. Algumas dessas relações já foram reveladas, o que deixou na berlinda políticos de primeira grandeza do PT, PMDB, PSDB e DEM. O campo já era fértil para um acordo velado, que vinha sendo costurado às sombras. Mas a entrada de Sérgio Cabral no palco das investigações tornou as negociações para abafar o escândalo político mais explícitas. Há dez dias, o blog do deputado Anthony Garotinho (PR-RJ), adversário político de Cabral, publica fotos e vídeos de viagens do governador, sua mulher e seus secretários mais próximos com Fernando Cavendish a Paris e Mônaco. Em hotéis e restaurantes de luxo, o grupo comemora aniversários, noivados, casamentos e conquistas políticas e comerciais. Cabral, considerado um estranho no ninho do PMDB, teve de procurar a cúpula do partido na semana passada para pedir socorro. Em conversas com o presidente do Senado, José Sarney, e com os líderes Renan Calheiros e Henrique Eduardo Alves, ele disse não estar preocupado com uma investigação policial, pois os vídeos não comprovam irregularidades. Mas deixou claro que teme o estrago político que uma exibição desse material, seguida de um depoimento à CPI, possa provocar. "Preciso da ajuda do partido. Se eu tiver de depor na CPI, não será bom para ninguém", ponderou Cabral. A cúpula do PMDB aproveitou o pedido do governador para tentar negociar um armistício com o PT e o PSDB.
Nas conversas, já surgiu até uma manobra jurídica para empastelar as investigações. A tese que será levantada é a de que uma CPI do Congresso não tem poder legal para investigar governadores. Os foros para esse tipo de apuração seriam as assembleias legislativas, não por acaso controladas pelos governadores. É pouco provável que uma argumentação tão frágil prospere se a CPI tiver mesmo disposição de elucidar os fatos denunciados. Muito provavelmente, o fator de diminuição do escopo da CPI virá não da Justiça, mas da política. O senador José Sarney já recomendou ao PT que "controle os radicais", argumentando que "ninguém tem a ganhar se essa CPI começar a sair do controle". O recado tem endereço certo: a turma que vê na CPI uma chance única de desmoralizar o julgamento do mensalão. A primeira ofensiva desse grupo foi dada na sessão da semana passada, com a tentativa de convocação do procurador-geral da República, Roberto Gurgel, para depor na CPI. Sob o argumento de que ele deve explicar por que retardou a abertura de uma investigação contra Demóstenes Torres, os petistas querem colocá-lo no banco dos réus da CPI para tentar desmoralizá-lo. A imprensa é outro alvo que, na estratégia dos radicais, precisa sair chamuscada da CPI. O presidente do PT, Rui Falcão, deixou mais uma vez clara essa convicção na sexta-feira quando, em discurso feito em São Paulo, voltou a defender o projeto de regulamentação dos meios de comunicação, um eufemismo para a tentativa de controlar a imprensa idealizado pelo ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins. Para Falcão, "a mídia é um poder que está conjugado ao sistema bancário e financeiro" e "produz matérias e comentários não para polarizar o país, mas para atacar o PT e nossas lideranças".
O cenário inicial da CPI do Cachoeira é muito semelhante ao da CPI dos Correios, instalada em 2005 a partir da gravação na qual Maurício Marinho, diretor da estatal, cobrava 3 000 reais de propina, o que deu origem à descoberta de novos fatos envolvendo dinheiro público e compra de apoios pelo governo. Aquela CPI nasceu com o intuito de blindar os aliados do governo e era controlada por parlamentares fiéis ao Palácio do Planalto. Exatamente como agora. Também tinha o mesmo prazo de atuação: 180 dias. Mas, logo no início dos trabalhos, depoimentos bombásticos, como o do deputado Roberto Jefferson e o do marqueteiro Duda Mendonça, incendiaram a comissão e provocaram uma indignação popular que impediu qualquer tipo de acordo. A atual comissão também tem fios desencapados e personagens que podem contar muita coisa. Cachoeira e Cavendish, por exemplo. Com uma matéria-prima mais modesta do que a produzida pelas operações da PF, a CPI dos Correios produziu a denúncia do mensalão, a cassação de José Dirceu e Roberto Jefferson e a renúncia de meia dúzia de políticos, além de tisnar a imagem imaculada de virgem ética do PT. A CPI do Cachoeira, com seu farto material, tem potencial ainda maior. Basta que não se torne refém de arranjos políticos.
Revista VEJA on line
Confira na lista abaixo os deputados que se recusaram a assinar aCPI das Viagens do Cabral
André Correa (PSD);
André Lazaroni (PMDB);
Coronel Jairo (PSC);
Rafael do Gordo (PSB);
Rosângela Gomes (PRB);
Alexandre Correa (PRB);
João Peixoto (PSDC);
André Ceciliano (PT);
Andréia Bussato (PDT);
Bernardo Rossi (PMDB);
Chiquinho da Mangueira (PMDB);
Claise Maria Zito (PSD);
Dica (PSD);
Domingos Brazão (PMDB);
Edson Albertassi (PMDB);
Gilberto Palmares (PT);
Graças Matos (PMDB);
Graça Pereira (PSD);
Helcio Angelo (PSD);
Gustavo Tutuca (PSB);
Janio Mendes (PDT);
Márcio Pacheco (PSC);
Myrian Rios (PSD);
Nilton Salomão (PT);
Paulo Melo (PMDB);
Pedro Augusto (PMDB);
Roberto Dinamite (PMDB);
Robson Leite (PT);
Rosenverg Reis (PMDB);
Sabino (PSC);
Xandrinho (PV);
Zaqueu Teixeira (PT).
André Lazaroni (PMDB);
Coronel Jairo (PSC);
Rafael do Gordo (PSB);
Rosângela Gomes (PRB);
Alexandre Correa (PRB);
João Peixoto (PSDC);
André Ceciliano (PT);
Andréia Bussato (PDT);
Bernardo Rossi (PMDB);
Chiquinho da Mangueira (PMDB);
Claise Maria Zito (PSD);
Dica (PSD);
Domingos Brazão (PMDB);
Edson Albertassi (PMDB);
Gilberto Palmares (PT);
Graças Matos (PMDB);
Graça Pereira (PSD);
Helcio Angelo (PSD);
Gustavo Tutuca (PSB);
Janio Mendes (PDT);
Márcio Pacheco (PSC);
Myrian Rios (PSD);
Nilton Salomão (PT);
Paulo Melo (PMDB);
Pedro Augusto (PMDB);
Roberto Dinamite (PMDB);
Robson Leite (PT);
Rosenverg Reis (PMDB);
Sabino (PSC);
Xandrinho (PV);
Zaqueu Teixeira (PT).
Fonte: Internet
Se liguem! Essa semana acaba o prazo para você regularizar o título de eleitor, transferir, ou ser o mais novo eleitor brasileiro
No dia 9 de maio é o encerramento do prazo, na próxima quarta-feira, para se requerer alistamento, transferência de domicílio e revisão eleitoral para as Eleições 2012.
TRE Maricá
Zona Eleitoral nº 55 Rua Ribeiro de Almeida 140 Centro Maricá (21) 2637-3511
Quem deve se alistar como eleitor?
O alistamento e o voto são facultativos para os analfabetos e para aqueles com idade entre 16 e 18 anos ou maiores de 70 anos.
Onde requerer o título de eleitor pela primeira vez?
O eleitor deve comparecer à Zona Eleitoral responsável por seu domicílio ou à Unidade de Atendimento ao Eleitor, localizada na Sede do TRE-RJ.
Documentos necessários:
Carteira de Identidade ou carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal, controladores do exercício profissional ou certidão de nascimento ou casamento, extraída do Registro Civil. (Não serão aceitos o modelo de Passaporte que não contiver os dados referentes à filiação nem a Carteira Nacional de Habilitação - CNH, por não conter a nacionalidade);
Se eleitor do sexo masculino, deverá também apresentar o comprovante de quitação com o serviço militar (de 1º de julho do ano em que completar 18 anos até 31 de dezembro do ano em que completar 45 anos);
A comprovação de residência ficará a critério do Juiz Eleitoral.
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Onde requerer a segunda via do título de eleitor:
O eleitor deve se dirigir à Zona Eleitoral na qual está inscrito ou à Unidade de Atendimento ao Eleitor da Sede do TRE-RJ ou, ainda, se estiver fora do seu domicílio eleitoral, poderá requerer a segunda via ao Juiz da Zona Eleitoral em que se encontrar. Nesse último caso, o eleitor não receberá a segunda via do título na hora.
Condição para requerimento da segunda via:
Estar quite com a Justiça Eleitoral.
Documentos necessários:
Carteira de Identidade ou carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal, controladores do exercício profissional ou certidão de nascimento ou casamento, extraída do Registro Civil. (O modelo de Passaporte que não contém os dados referentes à filiação não é válido como documento de identificação para fins eleitorais);
Na hipótese de inutilização ou dilaceração, o requerimento será instruído com a primeira via do título.
Até quando pode ser solicitada a segunda via do título?
A segunda via do título pode ser solicitada até 10 dias antes da Eleição, na Zona Eleitoral onde o eleitor estiver inscrito;
Se o eleitor estiver fora do seu domicílio eleitoral poderá requerer a segunda via ao juiz da zona em que se encontrar, esclarecendo se vai recebê-la na sua zona ou naquela em que requereu. Nesse caso, o pedido de segunda via só poderá ser recebido até 60 dias antes da Eleição.
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Quando requerer a transferência
A transferência eleitoral deve ser solicitada quando o eleitor alterar seu domicílio eleitoral para outro município.
Onde requerer a transferência do título de eleitor:
O eleitor deve comparecer à Zona Eleitoral do seu novo domicílio ou à Unidade de Atendimento ao Eleitor, localizada na Sede do TRE-RJ, portando o título antigo, se tiver. Além de preencher as condições e apresentar os documentos listados abaixo.
Condições para a transferência do título de eleitor:
Transcurso de, pelo menos, um ano do alistamento eleitoral ou da última transferência;
Residência mínima de três meses no novo domicílio;
Estar quite com a Justiça Eleitoral;
Na hipótese de transferência do domicílio eleitoral de servidor público civil, militar, autárquico, ou de membro de sua família, por motivo "remoção" ou "transferência", não serão exigidos o transcurso de um ano do alistamento ou da última transferência e a residência mínima de três meses no novo domicílio.
Documentos Necessários:
Carteira de Identidade ou carteira emitida pelos órgãos criados por lei federal, controladores do exercício profissional ou certidão de nascimento ou casamento, extraída do Registro Civil. (O modelo de Passaporte que não contém os dados referentes à filiação não é válido como documento de identificação para fins eleitorais);
A comprovação de residência ficará a critério do Juiz Eleitoral.
A transferência implica na emissão de um novo título?
Sim. Todavia, o número da inscrição eleitoral permanece o mesmo.
Dados site do TRE
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